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quarta-feira, 13 de setembro de 2017

Workshop de Argamassas à base de terra e cal




Workshop de Argamassas à base de terra e cal – gratuito – inscrições limitadas às primeiras 35 inscrições no seminário.
Além do programa geral, haverá um workshop sobre argamassas à base de terra e cal, no laboratório de engenharia civil da Universidade do Minho, a realizar-se no final do evento, das 16.45h às 18h.

Inscrições no seminário:
Participante geral (inclui atas + sessões + cafés + almoço) – 45€ até 30 setembro; 60€ após 30 de setembro;
Estudante e Membro Estagiário OA, OE ou OET (inclui atas + sessões + cafés) – 30€ até 30 setembro; 40€ após 30 de setembro;
Aluno 1º ciclo da Universidade do Minho (sessões + cafés) - 15€ até 30 setembro; 25€ após 30 de setembro;

Para inscrições ou mais informação contactar rute@civil.uminho.pt

segunda-feira, 11 de setembro de 2017

Há algo superior a nós?

Tem certeza que o ser humano controla tudo?
Engano. Aos seres humanos só resta orar!!! O verbo não é CONTROLAR.

sábado, 9 de setembro de 2017

Quais as cores da sua vida???

quinta-feira, 7 de setembro de 2017

Curso de EFT MASTER PRACTITIONER

O que pensamos e as emoções que valorizamos condicionam a nossa biologia e a nossa vida como
um todo. Emoções e pensamentos negativos criam bloqueios energéticos e inundam o nosso corpo
de hormonas que literalmente nos envenenam.

EFT - Técnicas de Libertação Emocional - do inglês Emotional Fredom Techniques, é uma técnica
simples e acessível a todos, permite parar e sair/aliviar essa espiral de limitação, trauma e doença.

Facilmente entendida quando designada por acupuntura sem agulhas, EFT alia a sabedoria milenar
do fluir da energia (pelos meridianos) com o campo da Psicologia Energética.

Praticada pela mundialmente conhecida Louise Hay, recomendada pelo Cientista/Biólogo e
palestrante Bruce Lipton, nos últimos anos Jogos Olímpicos pudemos ver Bralon Taplin a usá-la antes
de correr os 400m.

EFT - A sua facilidade iguala a sua versatilidade. E sem qualquer efeito adverso!!!!


sábado, 2 de setembro de 2017

Desapego

https://g1.globo.com/pop-arte/noticia/o-prazer-do-desapego-minimalistas-defendem-que-ter-menos-coisas-cria-mais-liberdade.ghtml?utm_source=facebook&utm_medium=share-bar-desktop&utm_campaign=share-bar


minimalismo apareceu na vida da comunicadora social Fernanda Marinho, 36 anos, para resolver um problema: em 2012, ela precisou voltar a morar com a mãe e, por questão de espaço, teve de se desfazer de muitas coisas que havia comprado ou ganhado nos dez anos em que morou fora. 
"Eu precisava acomodar todos os meus objetos em um quarto bem pequeno", conta. 
Com a mudança, a comunicadora percebeu que, mesmo que não fosse uma pessoa de comprar em grande quantidade, guardava muita coisa e por muito tempo. 
"Eu não sabia que tinha acumulado tanto porque todas as minhas coisas ficavam espalhadas em um espaço maior, dentro de vários armários e gavetas que eu nunca via." 
Foi aí que Fernanda começou a pesquisar sobre o minimalismo como estilo de vida. 
"Meu maior choque foi me dar conta que não sabia as coisas que eu tinha exatamente." 
Maquiagens vencidas, bijuterias que não usava mais porque tem alergia, jogos de tabuleiro faltando peças, roupas de pelo menos dez anos atrás e que não serviam mais. No "estoque", a moça encontrou coisas até que emprestou de outras pessoas há anos e nunca devolveu. 
"Comecei um longo processo de avaliar cada coisa que tinha, doando e jogando fora, aos poucos, as que não tinham mais utilidade para mim. Assim estou até hoje. O minimalismo é um processo que nunca acaba", explica. 
Ao perceber que, com menos coisas acumuladas à sua volta, seu dia a dia se tornava mais fácil, Fernanda foi adaptando o minimalismo que aplicava à casa para todas as áreas da vida. 
"Fui percebendo que ter a liberdade de sair de um emprego que não me faça bem, por exemplo, é mais importante que ter um salário fixo para gastar com objetos e coisas", conta. "A faxina também se estendeu à minha vida digital: saí de grupos de whatsapp e não fico mais conectada o dia todo". 
'Pessoas mais importantes que coisas'
De acordo com os escritores Joshua Fields Millburn e Ryan Nicodemus, autores do documentário Minimalism: A Documentary About the Important Things ("Minimalismo: um documentário sobre as coisas que importam", em tradução livre), que retrata a vida de pessoas que vivem apenas com o essencial, o minimalismo é um comportamento que torna pessoas mais importantes que as coisas que elas têm. 
"Com menos importância para o material, podemos abrir espaço nas nossas vidas para o que realmente importa", comenta Ryan, um ex-publicitário bem-sucedido, mas que chegou ao limite de estresse quando foi escalado para vender celulares para crianças de cinco anos. 
O americano então vendeu 80% das coisas que tinha acumulado - carros de luxo, roupas de marca, um apartamento espaçoso -, demitiu-se e criou o blog The Minimalists com o amigo Joshua, ex-empresário que mudou de vida depois da morte da mãe. 
Ryan explica que o minimalismo não é uma "competição" sobre quem tem menos coisas. "Ao contrário, queremos mais: mais tempo, mais espaço, mais paixão, mais experiências. Limpamos a bagunça do caminho da vida para sermos mais livres." 
O mínimo essencial 
A palavra "minimalismo" surgiu de movimentos artísticos do século 20 que seguiam como preceito o uso de poucos elementos visuais, e, aos poucos, foi migrando para o campo do social. 
"Enquanto expressão comportamental da sociedade, o minimalismo é um reflexo de movimentos contraculturais anteriores, como o punk e o hippie, que questionaram a sociedade de consumo e seus excessos", explica o pesquisador em cultura e comunicação Marcelo Vinagre Mocarzel, professor da Universidade Federal Fluminense. 
Diferente dos contraculturais, contudo, os minimalistas não buscam construir uma sociedade alternativa. "Os minimalistas têm buscado combater o consumismo por dentro do sistema. Isso quer dizer que eles trabalham, se vestem normalmente e até consomem." 
"Em certa medida, os minimalistas se aproximam mais dos capitalistas clássicos descritos por Max Weber: capitalismo não é o problema para eles, mas sim esse capitalismo selvagem ancorado na ostentação e no desperdício", aponta. 
De acordo com a escritora americana Francine Jay, autora de Menos é mais: Um guia minimalista para organizar e simplificar sua vida, livro considerado a "bíblia" do minimalismo atual, o minimalista valoriza as experiências e dá menos importância às posses materiais. 
"Quando não somos dependentes das coisas ou não somos mais definidos pelo o que possuímos, nossos potenciais e possibilidades são ilimitados", afirma a escritora. 
Como definição, Jay explica que o minimalismo é um estilo de vida em que se vive com menos coisas para se ter mais espaço, mais tempo livre e mais energia vital. 
Assim, para os minimalistas, não há como ter estas duas coisas em abundância: "ou se tem tempo livre, ou se tem coisas sobrando", explica a escritora. 
"Quase tudo o que trazemos em nossas vidas - bens materiais, ideias, hábitos - devemos estar preparados a nos afastar a qualquer momento", propõe Joshua. "Muitos podem discordar por parecer insensível, mas é exatamente o contrário: nossa preparação para se afastar é a forma mais avançada de cuidar." 
Ter coisas versus ter tempo
Coisas sobrando - e transbordando - era como a modista Isabel Alves, 23 anos, definia sua vida até dois anos atrás. 
"Eu gastava muito, principalmente com roupas e maquiagens", conta. "Nunca cheguei a formar dívidas, mas todo o dinheiro que tinha ia direto para meu consumismo." 
Quando Isabel percebeu que nunca tinha dinheiro para fazer com mais frequência o que realmente gosta - viajar -, começou a repensar sua vida. A faculdade de moda também ajudou a moça a refletir sobre a maneira como gastava o seu dinheiro. 
"Antes de entrar na faculdade, admirava esse mundo da moda, até descobrir que não só o meio ambiente, mas várias pessoas pagavam (um alto preço) por esse tipo de consumo", lembra. "Mas durante uma aula, fiquei chocada com a indústria têxtil e percebi o quanto consumia uma moda de roupas baratas, porém descartáveis". 
Pesquisando maneiras de consumir de forma consciente, a modista conheceu o conceito de vida minimalista e fez uma espécie de inventário de tudo o que possuía. 
Com as coisas que não queria ou que não servia mais - de livros, a roupas e até móveis - Isabel criou um brechó online em 2016. Desde então, a moça já faturou cerca de R$ 5 mil vendendo suas coisas e percebeu que poderia, e gostaria de, trabalhar com garimpo de roupas usadas. 
"No começo deste ano, saí da empresa em que trabalhava por não aceitar mais o pensamento comum na indústria da moda: 'vamos incentivar as pessoas a comprar o máximo'." 
Outra mudança que o minimalismo trouxe para a vida de Isabel foi uma mudança na percepção de espaço: a modista, que morava com o marido em um apartamento de 68 metros quadrados, percebeu que imóvel tinha se tornado grande demais para os dois. 
"Desapegar de várias coisas não foi fácil no começo", lembra. "Mas quando fui vendo o espaço mais limpo e fácil de cuidar, a facilidade para se vestir, o dinheiro que deixava de gastar, criei prazer no desapego". 
Com espaço sobrando, o casal decidiu dar mais um passo rumo ao minimalismo: se mudaram para um apartamento de 42 metros quadrados. O guarda-roupa de Isabel hoje se resume a 30 peças de roupa e cinco pares de sapatos. 
"Temos uma vida bem simples, mas isto nos permite trabalhar com o que gostamos e de casa e gastar dinheiro com o que nos faz feliz". 
Assim como Isabel, Fernanda também avalia que o maior aprendizado que o minimalismo trouxe para sua vida foi perceber que mais importante que ganhar muito, é aprender a viver com pouco. 
"Com gastos baixos, consigo guardar dinheiro e não fico escrava de um salário", explica. "Ter tempo livre para praticar meus hobbies, encontrar meus amigos e família e até descansar é fundamental para mim dede então", comenta Fernanda. 
Mais antigo que Cristo
Joshua explica que as atuais ideias que guiam comportamentos minimalistas são, na realidade, muito antigas. 
"Se considerarmos a Revolução Industrial e a sociedade de consumo formada por ela, o minimalismo pode parecer novo. Mas conceito de reduzir acessos, em si, remonta aos estóicos e ao princípio das religiões", explica Joshua. 
O Estoicismo foi uma escola filosófica da Grécia Antiga, surgida no século 4º a.C., que definia a felicidade como objetivo central da vida, sendo a felicidade um conceito relacionado a uma vida simples e em harmonia com a natureza. 
De acordo com os estoicos, o sábio é, por definição, feliz. Por isso, segundo Joshua, a felicidade na vida é algo tão importante para os minimalistas. Mas desde a sua concepção - o minimalismo seria mais antigo que a ideia de Jesus Cristo, portanto - o conceito de uma vida minimalista tem sido adaptado para a realidade social e econômica de cada época. 
"Acumulamos tantas coisas em imóveis cada vez mais caros e menores; temos tantas roupas e só usamos as mesmas; armazenamos tanta comida, e grande parte vai para o lixo. Isso mostra como a sociedade de consumo criou gargalos que precisam ser resolvidos". 
Os minimalistas estão preocupados com esses gargalos, mas dizem que o minimalismo não se resume apenas a redução de consumo. 
"Há diversos motivos que levam a reduzir o consumo. Um deles é a falta de dinheiro, tão comum em tempos de crise", aponta Mocarzel, explicando que, nesses casos, o consumo pode voltar a subir quando os tempos de crise melhoram, pois não há um motivador social por trás da mudança de comportamento, somente um motivador econômico. 
"O minimalismo alia alguns preceitos na redução, como a sustentabilidade, a questão da saúde (viver com o mínimo para fugir das doenças alimentadas pelo excesso - ansiedade, pânico, distúrbios alimentares etc) e até um certo aspecto espiritual". 
Para o pesquisador, independente da motivação, "a ideia do menos é mais nunca foi tão necessária", defende. 
Joshua e Ryan citam o filme O Clube da Luta como um exemplo de onde encontrar uma boa referência minimalista. "Não é um filme sobre luta, é uma narrativa sobre vida, sobre como livrar-se das influências corporativas e culturais que controlam nossas vidas", argumenta Ryan. 
Ele lembra as falas do personagem Tyler Durden (interpretado por Brad Pitt) como as ideias minimalistas centrais da sociedade do século 21: "Somente quando perdemos tudo é que estamos livres para fazermos qualquer coisa" e "as coisas que você possui acabam por possuí-lo".

terça-feira, 29 de agosto de 2017

COHOUSING - ENVELHECER JUNTO COM PESSOAS DE VALOR INTERIOR

estou a reunir informações sobre o tema do COHOUSING.

estou a pensar em fazer o curso de Gestão de ECOVILAS http://irradiandoluz.com.br/curso/gestao-de-ecovilas 

Todos os artigos que eu encontrar vou colocar o link aqui.  Podem dar sugestões a vontade!

http://meucantonomundo.com/eu-escolhi-envelhecer-junto-dos-meus-melhores-amigos/

http://longevidadeadunicamp.org.br/?p=2080

http://www.agitapirenopolis.com.br/cohousing-pirenopolis-21678


Vila ConViver consolida conceitos sobre o modelo de sênior cohousing


Com base em mais de dois anos de estudos e pesquisas sobre as alternativas de moradia para a terceira idade e, também, após as apresentações e debates ocorridos durante as quatro primeiras apresentações do projeto da Vila ConViver, o GTMoradia/ADunicamp consolidou alguns dos principais conceitos sobre o modelo de sênior cohousing, que orienta todo o projeto.
Refletir e transformar – A proposta da Vila ConViver tem por objetivo levar os professores aposentados e aqueles que estão próximos da aposentadoria a refletir sobre as opções de moradia e inclusão social disponíveis atualmente, estimulando-os a criar um novo mundo para si. Isso significa transformar a vida e o dia a dia dos moradores em algo que não está disponível nos condomínios e nas vizinhanças em que moramos hoje.
Nova arquitetura social – A arquitetura da futura Vila ConViver é o resultado de um projeto intencional de vizinhança que quebra todos os paradigmas de moradia aos quais estamos acostumados. O objetivo é estimular um estilo de vida que previne o isolamento social e a depressão. Essa proposta de arquitetura social, que incorpora os mais recentes avanços nas áreas da psicologia, geriatria, gerontologia, antropologia e sociologia, contribui de maneira inequívoca para uma vida mais longa, com muito melhor qualidade e muito mais segurança.
Um modelo para o século XXI – A Vila ConViver tem como proposta a viabilização de um modelo de moradia desenhado às realidades do século XXI, onde as pessoas possam continuar aprendendo, evoluindo, curtindo e colaborando para que, nesse processo, toda a sociedade ao redor também seja beneficiada. Enfim, criar um futuro muito melhor para seus moradores e, ao mesmo tempo, contribuir para legar um mundo melhor às novas gerações.
A nova realidade do envelhecimento – O fenômeno da longevidade, representado pelo ganho de quase 30 anos de vida após aposentadoria, é algo novo na história da humanidade. É uma oportunidade para viver uma nova etapa de vida de maneira extremamente rica em termos de experiências e relacionamentos em comunidade – evitando, assim, os perigos do isolamento que, inevitavelmente em algum momento, leva à depressão e ao agravamento das patologias típicas da envelhescência. Viver esses anos com independência e autonomia é o sonho de todos, mas isso demanda a criação de uma cultura do cuidado e de um ambiente solidário.
A importância da comunidade – A importância da comunidade na qualidade de vida das pessoas esteve em pauta ao longo de toda a história da humanidade (1), mas a sua contribuição determinante para a saúde das pessoas, em termos científicos, ganhou visibilidade a partir da década de 60, com a publicação do “Roseto Effect” por Stewart Wolf e colaboradores (2). Hoje, inúmeros estudos confirmam o papel decisivo que o ambiente comunitário exerce sobre a qualidade de vida das pessoas, na longevidade com qualidade de vida, na prevenção e na recuperação de doenças.
O mundo em mudança – A proposta de reconfiguração do ambiente em que, até hoje, vivemos é uma preocupação recente. Antes, essa preocupação não existia, pois as famílias eram muito maiores, a mobilidade das pessoas extremamente reduzida. A grande maioria das pessoas morria relativamente cedo e, consequentemente, muito poucas eram afetadas pelas doenças próprias do envelhecimento, como o Alzheimer e as demências senis.
A construção intencional de um novo tipo de comunidade residencial visando propiciar uma vida saudável nos anos pós-aposentadoria é o melhor investimento para viver os anos tardios de forma plena e o melhor seguro contra a depressão e suas consequências devastadoras.
Viabilização de um sonho – Senior cohousing viabiliza o sonho de continuarmos morando em nossa própria casa por toda a vida,com toda a privacidade que se desejar, num ambiente que permite contínuo desenvolvimento intelectual e social aos moradores. Senior cohousing viabiliza, ainda, em casos de necessidade, o acesso a prestadores de serviço da melhor qualidade num sistema compartilhado, a menor custo, com supervisão dos demais moradores.
RESPONDA O FORMULÁRIO. PARTICIPE!
Caso você tenha participado de um dos Encontros com o GTMoradia e tenha interesse em fazer parte da Vila ConViver mande um email para cohousing@adunicamp.org.br solicitando o formulário de pesquisa e adesão ao grupo de futuros moradores.

domingo, 27 de agosto de 2017

27 Agosto 2017 - Dia do Psicólogo - 55 anos de Psicologia no Brasil

A cada dia com mais certeza de que escolhi o caminho profissional que me realiza.  
Desejo a mesma realização para todos os profissionais que atuam como psicólogos seja clínico, educacional, social, do trabalho, do desporto, neuropsicólogo entre outros, sendo todos eles muiiiiiito importantes para quem necessita de nós! Façamos a nossa parte com respeito pelo ser humano!



quinta-feira, 24 de agosto de 2017

RELAÇÕES FAMILIARES SAUDÁVEIS

Todos nós só fazemos o que sabemos. Tomar consciência de que podemos fazer um pouquinho diferente, já nos ajuda a aprender mais, fazer mais e ter melhores resultados.
Hoje, 5ªf, a meditação será para as famílias, para a união e harmonia delas, para que cada um de nós procure melhorar um pouquinho o relacionamento com a nossa família de origem e com a família constituída. Merecemos ser melhores para a nossa família e também merecemos ter uma melhor família...e a família, como um "todo" ganha muito com isto.